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Os malefícios do banho quente para a pele

Durante o outono e inverno, quando as temperaturas ficam mais baixas, é comum que tenhamos vontade de aumentar a temperatura do banho. Mas, como evitar os danos que a água quente provoca nos cabelos e especialmente na pele sem passar frio?

Além de aquecer, o banho quente dá uma sensação de relaxamento e aconchego. O problema é que altas temperaturas são nocivas porque retiram parte da barreira protetora da epiderme (manto lipídico), provocando ressecamento, coceira e aspereza.

Uma maior secreção pelo estímulo das glândulas sebáceas é outra consequência do banho quente. O resultado é rosto e couro cabeludo extremamente oleosos, pois são lugares repletos dessas glândulas - é o chamado “efeito rebote”, quando as glândulas produzem mais sebo porque entendem que a pele está desprotegida.

Outros fatores também contribuem para o desgaste do manto lipídico, como a alta pressão da ducha e o uso da esponja vegetal.

Então qual é a solução?

Não é que o banho precise ser gelado, mas o ideal é que o aquecimento não passe dos 37 graus, uma temperatura semelhante à do corpo - o que pode ser fácil para uns, mas uma tortura para outros. O fato é que a água precisa estar agradável e não “pelando”. Outra medida que serve como redução de danos é o tempo de banho: 5 a 10 minutos é o suficiente, inclusive pelo incômodo de sentir frio no chuveiro.

Depois do banho

Ao sair do chuveiro, o ideal é se enxugar com toalhas felpudas, que absorvem bem a água e não agridem a pele. Hidratantes são ótimos no pós-banho, pois os poros estão mais abertos e o vapor facilita a penetração do creme.

Quem tem a pele seca pode investir em produtos mais encorpados, que contenham ativos de ureia, gérmen de trigo, macadâmia, óleo de avelã, pantenol, ceramidas e manteigas.

Fonte: Medical Site

14 de Maio de 2020

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